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Estamos preparados para a emergência climática?
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Primeiro foi o espanto, depois o horror com o que aconteceu recentemente em Valência, inundada em poucas horas pela chuva de um ano inteiro. Morreram 215 pessoas, ainda há desaparecidos e a discussão foi enorme, pelo modo como as autoridades espanholas reagiram e atuaram. Uma semana passada e o mau tempo atingiu Málaga e não faltou quem perguntasse como seria se algo do género acontecesse em Portugal. É seguramente uma das questões desta noite, mas vamos necessariamente olhar para o que explica boa parte dos chamados "fenómenos climáticos extremos", seja a emissão de gases com efeito de estufa, que é combatida, mas ainda vê as metas ao longe, ou um ordenamento do território que deixa localidades e populações mais vulneráveis. Vale a pena lembrar que estamos em plena COP29, cimeira mundial do clima, onde esteve um dos convidados desta noite, o Sub-Secretário Geral da ONU, Jorge Moreira da Silva, que se junta a nós em direto a partir de Roma. Em estúdio estão também a socióloga e investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, Luísa Schmidt, o presidente da Associação Portuguesa do Ambiente José Pimenta Machado, o dirigente do GEOTA e professor Engenharia do Ambiente na Universidade Nova, João Joanaz de Melo, e a empresária Rita Nabeiro, administradora executiva do Grupo Nabeiro, que assenta uma parte decisiva da sua atividade no setor agrícola. E mais adiante vai juntar-se a nós também a ativista pela justiça climática Joana Guerra Tadeu.
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Primeiro foi o espanto, depois o horror com o que aconteceu recentemente em Valência, inundada em poucas horas pela chuva de um ano inteiro. Morreram 215 pessoas, ainda há desaparecidos e a discussão foi enorme, pelo modo como as autoridades espanholas reagiram e atuaram. Uma semana passada e o mau tempo atingiu Málaga e não faltou quem perguntasse como seria se algo do género acontecesse em Portugal. É seguramente uma das questões desta noite, mas vamos necessariamente olhar para o que explica boa parte dos chamados "fenómenos climáticos extremos", seja a emissão de gases com efeito de estufa, que é combatida, mas ainda vê as metas ao longe, ou um ordenamento do território que deixa localidades e populações mais vulneráveis. Vale a pena lembrar que estamos em plena COP29, cimeira mundial do clima, onde esteve um dos convidados desta noite, o Sub-Secretário Geral da ONU, Jorge Moreira da Silva, que se junta a nós em direto a partir de Roma. Em estúdio estão também a socióloga e investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, Luísa Schmidt, o presidente da Associação Portuguesa do Ambiente José Pimenta Machado, o dirigente do GEOTA e professor Engenharia do Ambiente na Universidade Nova, João Joanaz de Melo, e a empresária Rita Nabeiro, administradora executiva do Grupo Nabeiro, que assenta uma parte decisiva da sua atividade no setor agrícola. E mais adiante vai juntar-se a nós também a ativista pela justiça climática Joana Guerra Tadeu.
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1 Os perigos da adolescência neste tempo 1:25:11
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Uma série de televisão, veio abanar consciências e fez com que milhões de pessoas, por todo o mundo, olhassem mais para o interior das suas casas e das suas famílias. Adolescência, da Netflix, traçou um retrato cru, por vezes violento e quase sempre desconfortável da juventude atual. Discute-se a relação com as redes sociais e a sexualidade, a violência que pode ser simbólica ou concreta, tendo sempre, em pano de fundo, um cenário de isolamento emocional e relações frágeis, de adolescentes que crescem sem bússola num mundo hiper-conectado. Mais do que ficção, a série parece um espelho das angústias reais de muitos de nós: pais, filhos, professores, agentes da autoridade, profissionais de saúde mental. É ou não é tempo de lançar um alerta mais veemente, quando dados recentes apontam também para um aumento dos crimes violentos entre os mais novos, com casos graves dos últimos dias também em Portugal. Para debater tantas inquietações são meus convidados esta noite o psiquiatra Daniel Sampaio, o psicólogo Eduardo Sá, a professora Ana Paula Catalão, diretora do Agrupamento de Escolas Pedro Alexandrino, o Intendente Hugo Guinote da PSP e ainda a estudante de mestrado de Ciências da Educação Mirella de Assis.…

1 Que caminho para o futuro da saúde? 1:30:08
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A saúde é sempre um tema central no debate político, num debate que se torna mais urgente à medida que o número de utentes aumenta, concretamente em países como Portugal, por via do envelhecimento da população. Também por isso, aumentam os custos da saúde e se procuram saídas para um sistema que em Portugal se organiza em torno de um Serviço Nacional de Saude para todos, por isso dito geral, universal e tendencialmente gratuito. A discussão faz-se a partir daqui e com causa próxima na decisão do governo, já com eleições à vista, de retomar as parcerias público-privadas, ou seja entregar a gestão de unidades do SNS a grupos privados, concretamente cinco hospitais, a que correspondem 174 centros de saúde. Para debater se este é ou não é o caminho certo recebemos esta semana na RTP a ministra da Saúde Ana Paula Martins,a antiga titular da mesma pasta Marta Temido, a partir de Bruxelas, ainda Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Pedro Pita Barros, economista da saúde e professor na Nova SBE, a partir de Paris o presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada Óscar Gaspar e em direto do Porto, Xavier Barreto, que preside à Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares.…
Uma semana após a queda do governo, o país sente ainda as ondas de choque relativas à crise política e percebe também um agudizar das trocas de acusações, particularmente em relação a quem causou verdadeiramente esta situação, que obrigou o país a ir de novo a votos no dia 18 de Maio. A verdade é que, se por um lado se discute a responsabilidade da crise, por outro se coloca a dúvida maior: como vamos sair dela? Afinal de contas, que cenários de governabilidade serão possíveis a partir dessas eleições legislativas, mais umas antecipadas, as terceiras em menos de quatro anos. Esta semana temos dois momentos no programa. Na segunda parte contamos com a análise dos jornalistas David Pontes, Sara Antunes Oliveira e Maria Flor Pedroso e do politólogo Eduardo Pereira Correia, mas para começar, o debate faz-se entre Francisco Assis, eurodeputado do Partido Socialista e André Coelho Lima, ex-vice-presidente do Partido Social Democrata.…
Confirmou-se a crise política. O governo insistiu na moção de confiança, o PS insistiu na Comissão parlamentar de Inquérito e o governo de Luís Montenegro caiu. Para trás fica apenas um ano de governação da AD, pela frente temos o primeiro-ministro a ser alvo de uma comissão de inquérito sobre os negócios da Spinumviva e também eleições legislativas outra vez, no próximo mês de maio. Hoje, o dia foi agitado e inusitado no parlamento, com propostas e respostas de última hora, em direto para todo o país ver, mas sem que se alterasse o resultado final, com o chumbo da moção de confiança e a consequente queda do executivo. Para debater o dia de hoje e o que se seguirá são nossos convidados na primeira parte do programa o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e a líder parlamentar do Partido Socialista, Alexandra Leitão. Num segundo momento, juntam-se a nós a jornalista do Público Maria Lopes, o jornalista e comentador RTP, Pedro Sousa Carvalho, o advogado Manuel Magalhães e Silva e ainda o cientista político Pedro Magalhães.…

1 Eleições Alemãs: A democracia resiste ao populismo? 1:11:54
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Já começaram as negociações preliminares para a formação do próximo governo da Alemanha, e os sinais são positivos até este momento. Friedrich Merz, líder dos conservadores da CDU é o novo chanceler num dos momentos mais delicados da vida política da Alemanha com problemas na economia e sérias questões sociais que vão desde o desemprego, a um nacionalismo que ressurge e desafia a estrutura democrática da república. Com o afastamento dos Estados Unidos, a guerra na Ucrânia, e países Pró-Putin sentados no conselho europeu, é ou não é possível proteger a democracia? Para discutir os desafios que se apresentam ao novo governo e, por arrasto, a toda a Europa recebemos hoje os jornalistas Tilo Wagner, Miguel Szymanski, Luísa Meireles, Paulo Almeida Sande, especialista em assuntos europeus e Eva Oliveira, diretora do departamento de serviços sociais da Cruz Vermelha alemã.…

1 Ucrânia: Qual é o preço justo da paz? 1:11:00
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A história está a mudar. Decorreram hoje as primeiras negociações formais entre os Estados Unidos e a Rússia, tendo em vista a paz na Ucrânia. De fora das negociações ficaram precisamente a Ucrânia, por muito que Zelensky insista em que não aceitará nada sem ser ouvido, e a própria Europa, por muito que os seus líderes consideram inaceitável muito do que está a acontecer. Por falar em líderes europeus, os mais poderosos entre eles reuniram-se ontem de emergência em Paris. Evitaram o confronto direto com Trump e discutiram, desde já e sem chegar a consenso, um possível envio de tropas para a Ucrânia, após um entendimento que venha a surgir. Que entendimento será esse? Poderá a Ucrânia aceitá-lo? E a Europa, pode sentir-se segura após um acordo que agradará mais a Moscovo do que a Kiev? E qual o preço dessa segurança, agora que o mais poderoso aliado se mostra ainda mais poderoso mas bem menos aliado? São perguntas para colocar aos nossos convidados desta noite, todos grandes conhecedores da realidade internacional: Ana Santos Pinto, professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Carlos Gaspar, o investigador no Instituto Português de Relações Internacionais da Nova, Sandra Fernandes, Diretora do Centro de Investigação em Ciência Política da Universidade do Minho, o general João Vieira Borges e à distância, a partir do Funchal, ex-Ministro da Economia e do Mar António Costa Silva.…
Não falta quem diga que Donald Trump foi mais longe do que qualquer um de nós imaginaria, mas também há quem julgue que vale a pena correr o risco de não o levar demasiado a sério, por ser mais o que diz do que aquilo que acaba por fazer. Será mesmo assim? Certo mesmo, e nem um mês passou desde o início do segundo mandato, é que Trump apresenta medidas atrás de medidas, mexendo com o equilíbrio institucional dos Estados Unidos e do mundo. As ondas de choque chegam aos vizinhos Canadá e México, mas atingem também outras regiões e, muito diretamente, os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente. Para olhar para esta espécie de terramoto político à escala do planeta são hoje nossos convidados: o antigo embaixador Francisco Seixas da Costa, o Consultor de assuntos europeus Henrique Burnay, as investigadoras e analistas de Política Internacional Joana Ricarte (da Universidade de Coimbra) e Maria Luísa Moreira e o professor de economia da Nova SBE João Duarte.…

1 Futuro do trabalho: há emprego para todos? 1:41:58
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É no Porto, num edifício icónico, o Icon d'Ouro, um espaço contemporâneo que representa uma nova forma de organizar os espaços de trabalho que o ?É ou não é?? esta semana promove o debate precisamente sobre o futuro do trabalho. E isto porque nunca foi tão grande a revolução na forma como trabalhamos. A internet ligou as empresas e os negócios em rede e o mercado cresceu sem fronteiras. Agora surge a inteligência artificial, para mudar tudo outra vez e mais depressa. Há profissões por descobrir, atividades por inventar, mas dificilmente podem compensar os milhões de empregos que vão desaparecer. Não faltam perguntas inquietantes: a requalificação de tantas pessoas é possível? Há ou não profissões à prova do futuro e o que vale mesmo a pena estudar nos dias de hoje? Respondem em debate a Professora Marta Pimentel, diretora executiva da formação de Executivos da Nova SBE; José Teixeira, presidente executivo do Grupo DST, um grupo de construção sediado em Braga, hoje com muitas outras áreas. Igualmente Carlos Oliveira, empreendedor e atualmente também presidente do Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação; Susana Almeida Lopes, CEO da SHL Portugal, que trabalha na área da avaliação de Recursos Humanos; Regina Caldas, diretora-geral de remuneração na empresa Remote que, como o próprio nome indica, oferece soluções de recursos humanos remotas e à escala global. Recebemos ainda Elísio Estanque, o sociólogo e professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.…

1 A Direção Executiva do SNS tem futuro? 1:16:48
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A Direção Executiva surgiu para encontrar soluções para o Serviço Nacional de Saúde mas tem sido ela própria, algumas vezes, um foco de problemas. O mais recente resultou da demissão polémica do Diretor Executivo, que tinha sido escolhido pelo atual governo há menos de um ano e que foi apanhado numa teia de incompatibilidades. Na hora da substituição de Gandra d´Almeida por Álvaro Almeida, a ministra da Saúde avançou na intenção de reduzir as competências da Direção Executiva, concretamente na orientação do financiamento e na escolha das administrações hospitalares. Está ou não em causa, a prazo, a Direção Executiva do SNS? E o que é que a experiência tem trazido de mais positivo e mais negativo? Respondem os meus convidados de hoje, a começar pelos antigos ministros da Saúde Luís Filipe Pereira e Maria de Belém, o Presidente da ULS de Coimbra, a maior do país, Alexandre Lourenço, o Presidente da Associação dos Administradores Hospitalares Xavier Barreto, e João Ferreira, médico, especialista de Medicina Geral e Familiar e que foi até há pouco Diretor Clínico dos Cuidados de Saúde Primários da ULS da Lezíria, em Santarém. À distância, a partir do Porto, também se junta a nós a jornalista da RTP Paula Rebelo.…

1 O que de novo traz Trump ao mundo? 1:17:25
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Estamos preparados para uma guerra comercial com os Estados Unidos? Estamos protegidos de interferências nas nossas democracias? Onde vamos comunicar se as redes sociais que frequentamos estiverem ao serviço estratégico de um presidente americano? Na Europa os ecos que provocaram as palavras e as primeiras ordens de Trump mostram que ninguém está à espera que a ?era dourada americana? seja uma era de bom senso, ou senso comum. De Paris a Bruxelas ouviram-se alertas apressados para que a União Europeia leve as estruturas de defesa ao máximo das suas capacidades, e decida o seu destino sem desistir de princípios. Esta noite, já com dezenas de ordens executivas de Trump assinadas, centramos a atenção nos riscos que a nova administração americana significa para a Europa. Vamos estar em directo com correspondentes da RTP para saber como está o mundo a analisar estes sinais, e em estúdio teremos o debate com o embaixador Fernando Neves, Carlos Gaspar investigador do IPRI, Bernardo Ivo Cruz, professor de Ciência Política, Ana Santos Pinto, especialista em defesa e relações internacionais.…
Regressa o É ou não é? e a proposta neste arranque de ano é a de um olhar, amplo mas concreto, sobre os grandes desafios para a governação do país ao longo deste 2025 que se anuncia pleno de desafios e incertezas. Começamos com para o frente a frente entre o número dois do atual governo, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros Paulo Rangel, um dos nomes mais fortes do governo anterior, a ex-ministra de Estado e da Presidência, e agora deputada do PS, Mariana Vieira da Silva. Os temas são os obrigatórios no momento, a segurança, a saúde, a utilização dos dinheiros europeus mas naturalmente também o calendário eleitoral que vai acelerar, com autárquicas e a definição das candidaturas presidenciais. A seguir ao debate teremos a análise, com os jornalistas Manuel Carvalho e Natália Carvalho e os economistas Susana Peralta e José Maria Pimentel.…
Esta semana encerramos a temporada de 2024 do ?É ou não é?? com um olhar profundo sobre o que foi este ano, em Portugal. Foi um ano de vários momentos de eleição, mas hoje a Madeira marcou mais um acto eleitoral. Mudança de governo, mudança de parlamento e os problemas de sempre: da pobreza à justiça, da educação ao envelhecimento e à imigração. São desafios para 2025, e muitos outros virão de fora, porque o mundo também mudou. É uma reflexão que vamos fazer numa primeira parte com António Vitorino, antigo ministro do PS e David Justino, antigo ministro do PSD. E numa segunda parte juntam-se ao debate Helena Pereira jornalista do Público, Pedro Sousa Carvalho, jornalista; Carmo Afonso comentadora da RTP, e os cientistas políticos Paula do Espírito Santo e Carlos Jalali que está connosco à distância.…

1 Como combater os maiores vícios? 1:14:44
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O nosso cérebro é uma máquina complexa que vive numa busca constante de recompensa. O problema é quando essa busca ultrapassa um certo limite e se transforma num vício, difícil, por vezes quase impossível, de controlar. As dependências podem ser de vários tipos, mas ter, em qualquer dos casos, efeitos destruidores na vida de cada um de nós. Vamos hoje dar atenção ao vício do jogo, crescente com a ligação ao meio digital, também ela, desde logo, viciante e a começar cada vez em idades mais baixas. Por isso, e sem perder de vista os novos tipos de consumo em dependências "clássicas", como as drogas ilícitas e o álcool, pretendemos colocar o foco nos mais novos e em como educar para um perigo que anda, literalmente, no bolso de cada um. Para este debate recebemos hoje João Goulão, o Presidente do Instituto para os Comportamentos Aditivos e Dependências; Pedro Morgado, médico psiquiatra, coordenador de estudos recentes sobre adição ao jogo; Tânia Gaspar, Psicóloga Clínica, com muita experiência na investigação dos comportamentos de saúde dos adolescentes; Pedro Leitão, que dirige a Unidade de jogo responsável da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa; e também se juntam Elisabete Albuquerque, Psiquiatra e Coordenadora da Unidade de Desabituação de Coimbra, e Tito de Morais, na qualidade de fundador do projeto Miúdos Seguros na net.…

1 Afinal, o que muda com o orçamento? 1:11:42
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Está aprovado um Orçamento que o PS diz que é mau mas que viabilizou, abstendo-se, e que o governo de Luís Montenegro assume como importante para a imagem externa do país, mas dizendo que uma parte dele é da responsabilidade do PS e do Chega. Refere-se a algumas medidas que esses partidos viabilizaram contra a vontade do executivo, de que é exemplo o aumento extraordinário das pensões. Uma outra medida, a do fim do corte nos salários dos políticos, tornou-se também particularmente ruidosa, após o protesto muito polémico do Chega, que decidiu fazer algo nunca visto, afixar tarjas na fachada do próprio edifício do Parlamento. E hoje tivemos também uma outra manifestação, ilegal e incomum, dos sapadores bombeiros nas ruas de Lisboa, com recurso a tochas e petardos. É pela atualidade do dia que entramos hoje na análise da situação política do país - que vai incluir também um olhar para as presidenciais, com os convidados desta semana: as professoras universitárias e, ambas, ex-ministras, Assunção Cristas, também ex-Presidente do CDS, e Maria Manuel Leitão Marques, também ex-eurodeptada pelo PS; Pedro Norton, gestor e comentador RTP; Luís Aguiar-Conraria, professor de Economia, atualmente Presidente da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho e Maria Lopes, jornalista do Público.…
Após mais de mil dias de guerra na Ucrânia, volta a ganhar força o receio de um conflito com recurso a armas nucleares. A dois meses de deixar de ser presidente dos Estados Unidos, Joe Biden decidiu autorizar a Ucrânia a usar armas fornecidas pelos Estados Unidos para atingir território russo. A decisão surpreendeu Putin, que reagiu agitando de novo a ameaça nuclear, lançando um míssil ainda nunca utilizado sobre uma fábrica de Dnipro e prometendo, ainda hoje e mais uma vez, retaliar após os ataques ucranianos dos últimos dias na zona de Kursk. Para discutir se o risco de um conflito nuclear deve motivar preocupação ou fazer mesmo soar alarmes, são nossos convidados de hoje o diplomata João Vale de Almeida, que foi chefe de gabinete do Presidente da comissão europeia e embaixador da União Europeia na ONU e no Reino Unido, o major-general Arnaut Moreira, especialista em geopolítica e geoestratégia, a jornalista da RTP Márcia Rodrigues, também editora de Internacional, o professor universitário Viriato Soromenho Marques, o especialista em assuntos internacionais e comentador RTP, Filipe Pathé Duarte e ainda, mais tarde, os correspondentes da RTP Cândida Pinto e Evgeni Mouravitch.…
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